
O blog do Wolgrand não tem bola de cristal, não joga cartas, nem búzios. Não possui convênio com a Mãe Delamare, Mãe triana, Irmã Jurema, Pai Osmar ou Uri Geller. É a simples e velha razão operando, fazendo relação entre os fenômenos com o propósito de produzir conclusões confiáveis. Apesar dos meios ortodoxos utilizados, o blog, em geral, acerta. Neste caso acertou na mosca.
Refiro-me ao imbróglio da INTERDIÇÃO DO ESTÁDIO “MANGUEIRÃO”. Hoje os jornais da capital paraense alardearam que a Justiça Estadual concedeu liminar autorizando a utilização do estádio para eventos desportivos, em ação proposta – PASMEM! – pelo governo do Estado. O grande paradoxo é que o próprio governo colaborou com a interdição, com vistorias e laudos periciais elaborados pela PM e Corpo de Bombeiros, para depois recorrer da decisão do Ministério Público. É a absoluta falta de comando. Uma prova inconteste de que o barco está à deriva!
Ora, o blog “cantou a pedra” no artigo denominado “Jogando contra o patrimônio”, de 3 de fevereiro deste ano. Disse, sem meias palavras, que o governo do PT não possui articulação política e administrativa, coisa que sobejava ao anterior. Como alguém que depende da política do “pão e circo” vai deixar interditarem o circo? E o pior, com a ajuda dos próprios funcionários. É o “fim da picada!”
Mas, apesar da aparente ingenuidade da governadora Ana Júlia, convém examinar mais uma vez os fatos.
Apesar de os "técnicos" da PM e BM concluírem que o mangueirão não possui condições de abrigar um evento como o RExPA, o governo do Estado, peremptoriamente, pensa de forma contrária. Ana Júlia diz que não há qualquer risco para os torcedores paraenses. Se isto é verdade, não há dúvida que os fatos devem ser rigorosamente apurados com o propósito de imputar responsabilidade àqueles que agiram com imperícia e contra os interesses da população. Deve-se também investigar a conduta dos membros do MP e, se for o caso, propor uma representação junto ao Conselho Superior do órgão.
Mas, se, ao revés, o estádio não está apto para ser utilizado, a responsabilidade total recai sobre o governo do Estado, que, de forma imprudente e criminosa, não mediu esforços para liberar o "Mangueirão" para o jogo, desprezando os riscos à integridade física dos torcedores.
Refiro-me ao imbróglio da INTERDIÇÃO DO ESTÁDIO “MANGUEIRÃO”. Hoje os jornais da capital paraense alardearam que a Justiça Estadual concedeu liminar autorizando a utilização do estádio para eventos desportivos, em ação proposta – PASMEM! – pelo governo do Estado. O grande paradoxo é que o próprio governo colaborou com a interdição, com vistorias e laudos periciais elaborados pela PM e Corpo de Bombeiros, para depois recorrer da decisão do Ministério Público. É a absoluta falta de comando. Uma prova inconteste de que o barco está à deriva!
Ora, o blog “cantou a pedra” no artigo denominado “Jogando contra o patrimônio”, de 3 de fevereiro deste ano. Disse, sem meias palavras, que o governo do PT não possui articulação política e administrativa, coisa que sobejava ao anterior. Como alguém que depende da política do “pão e circo” vai deixar interditarem o circo? E o pior, com a ajuda dos próprios funcionários. É o “fim da picada!”
Mas, apesar da aparente ingenuidade da governadora Ana Júlia, convém examinar mais uma vez os fatos.
Apesar de os "técnicos" da PM e BM concluírem que o mangueirão não possui condições de abrigar um evento como o RExPA, o governo do Estado, peremptoriamente, pensa de forma contrária. Ana Júlia diz que não há qualquer risco para os torcedores paraenses. Se isto é verdade, não há dúvida que os fatos devem ser rigorosamente apurados com o propósito de imputar responsabilidade àqueles que agiram com imperícia e contra os interesses da população. Deve-se também investigar a conduta dos membros do MP e, se for o caso, propor uma representação junto ao Conselho Superior do órgão.
Mas, se, ao revés, o estádio não está apto para ser utilizado, a responsabilidade total recai sobre o governo do Estado, que, de forma imprudente e criminosa, não mediu esforços para liberar o "Mangueirão" para o jogo, desprezando os riscos à integridade física dos torcedores.
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Em defesa dos interesses do governo (quando deveria ser dos cidadãos), o escudeiro Ibraim Rocha, Procurador Geral do Estado, fundamentou a ação judicial que subscreveu sustentando a tese da existência de erros formais na elaboração do Termo de Ajuste de Conduta (TAC), firmado entre a Secretaria de Esporte e Lazer e o Ministério Público do Estado. No TAC o governo se comprometeu a fazer adaptações necessárias no estádio. Como as obras não foram concluídas a tempo, Ibraim alegou que a Procuradoria não participou do acordo, o que o tornou nulo de pleno direito. O procurdor se esqueceu que o cerne da questão não está na formalidade de um procedimento extra judicial, mas na preservação das vidas humanas. Um governo que se preze deve colocar a vida dos seus jurisdicionados acima de qualquer formalidade processual.
A situação é tão esdrúxula que nos permitimos inferir até a existência de má fé. Pode ser que o governo tenha deliberadamente criado um factóide para depois, como um super herói, destruir o suposto vilão e aparecer como o salvador dos interesses do desprotegido (e tolo) povo paraense. Esta hipótese é o cúmulo do desrespeito aos cidadãos, mas, pelas circunstâncias, não pode ser descartada. Afinal, na “administração” Ana Júlia, tudo é possível.
A situação é tão esdrúxula que nos permitimos inferir até a existência de má fé. Pode ser que o governo tenha deliberadamente criado um factóide para depois, como um super herói, destruir o suposto vilão e aparecer como o salvador dos interesses do desprotegido (e tolo) povo paraense. Esta hipótese é o cúmulo do desrespeito aos cidadãos, mas, pelas circunstâncias, não pode ser descartada. Afinal, na “administração” Ana Júlia, tudo é possível.
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Não sei, ao certo, se Ana Júlia é maquiavélica ou ingênua, mas como "o seguro morreu de velho", penso que convém ficar de olhos bem abertos para os seus (in)subordinados, pois a segurança do evento ficará sob a responsabilidade dos mesmos que conspiraram contra ela e votaram pela interdição do estádio. Não será surpresa se o Caos, deus grego primordial, resolver assistir ao RExPA.
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Em que pese toda e qualquer especulação, o certo é que o blog do Wolgrand, mais uma vez, acertou na mosca. E como toda falsa modéstia é falsa, convém dar a mão à palmatória. PARABÉNS AO BLOG DO WOLGRAND!
Em que pese toda e qualquer especulação, o certo é que o blog do Wolgrand, mais uma vez, acertou na mosca. E como toda falsa modéstia é falsa, convém dar a mão à palmatória. PARABÉNS AO BLOG DO WOLGRAND!
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Um detalhe "irrelevante": Para os que creêm que a justiça é imparcial, vejam os nomes da juíza da 2ª Vara Cível da Capital, que concedeu a liminar autorizando o jogo, e do presidente do Clube do Remo (agremiação interessada na matéria): Sandra Maria de Aragão KLAUTAU e Amaro KLAUTAU. Isso é o que se chama cara de pAU!














